terça-feira, 26 de agosto de 2008

BACAMARTE



"O Bacamarte foi uma banda de rock progressivo brasileira formada em 1974. A banda é conhecida por ter lançado a carreira solo de Jane Duboc. Seu álbum Depois do Fim é considerado como um dos melhores do rock progressivo. O site progarchives lista o álbum “Depois do Fim” do Bacamarte como um dos melhores álbuns do género juntamente com as mais expressivas criações das principais bandas do gênero, como Pink Floyd, Jethro Tull, Yes, Genesis.

A banda foi formada por colegas de colégio, tendo sido idealizada pelo multi-instrumentista Mario Neto, a banda sofreu várias mudanças na formação. Apresentaram-se no programa Rock Concert, da TV Globo. Gravaram um fita demo, que não conseguiu aprovação das gravadoras. Em 1982 o grupo conseguiu destaque, com o surgimento da rádio Fluminense FM e sua política de divulgar bandas novas, lançando no ano seguinte o álbum Depois do Fim, que é considerado um dos melhores álbuns do rock progressivo brasileiro. O sucesso, que tornou o grupo consagrado na Europa e Japão, não impediu o fim da banda em 1984. Na década de 1990 o guitarrista Mário Neto lançou o álbum As Sete Cidades com o codinome Bacamarte."(Texto:www.lastfm.com.br)

O Bacamarte era formado por:
Jane Duboc - vocal
Mario Neto - violão e guitarra
Delto Simas - baixo
Marco Verissimo - bateria
Mr. Paul - percussão
Marcus Moura - flauta, acordeão
Sergio Villarim - teclado

Discografia:
1983 - Depois do Fim

Sem sombras de dúvida uma raridade !!!!

http://www.badongo.com/file/11064467


domingo, 24 de agosto de 2008

RONDINELLI




Our Cross, Our Sins - Rondinelli


Publicado no www.whiplash.net - o mais completo site de rock e metal

Os apreciadores de rock pesado dos anos 70 e 80 devem lembrar-se de Bobby Rondinelli, excelente baterista que passou por bandas importantíssimas como Black Sabbath, Rainbow, Doro, entre várias outras. Em “Our Cross – Our Sins”, Bobby se junta com seu irmão e guitarrista Teddy Rondinelli, com o baixista Neil Murray (Black Sabbath, Whitesnake, Gary Moore) e o vocalista Tony Martin (Black Sabbath) e desta reunião de dinossauros resultou um registro bem interessante, lançado originalmente em 2002 e chegando somente agora ao mercado brasileiro.

E parece que a família Rondinelli vive realmente da música, pois este disco traz ainda participações da irmã Dorothy e do pai Robert Rondinelli, ambos nos teclados, sendo ainda que o paizão aí dá uma força na composição de duas canções. A sonoridade é obviamente bastante calcada no rock´n´roll pesado e clássico com ligeiros flertes de blues, pois a formação que toca neste projeto é toda desta geração.

O álbum contém realmente bons momentos em suas canções simples e muito bem desenvolvidas. Teddy tem realmente intimidade com seu instrumento, nos fornecendo bons riffs e solos de guitarras, e o trabalho de bateria só poderia ser de primeira linha. Tony Martin não tem jeito, ainda continua querendo soar como Dio e, apesar de suas limitações neste aspecto, também tem um bom desempenho. Já Neil Murray se encaixa totalmente na velha frase: “a experiência vem com a idade”. O que essa fera está tocando é brincadeira!

Pois bem, até aqui o leitor deve estar pensando “Pô, este disco deve estar ótimo!”... Bom, nem tudo são maravilhas, infelizmente. As composições são realmente muito boas, mas há um pequeno problema. Algo deve ter acontecido no estúdio, não é possível. A mixagem ficou um pouco desequilibrada, pois a caixa da bateria soa relativamente mais alta do que os outros instrumentos. A guitarra-base está baixa, abafada mesmo. E alguns vocais de fundo ficaram literalmente lá no... fundo.

E é realmente uma pena, pois isso prejudica um pouco o que poderia ser uma ótima audição. Mas ainda assim destaca-se “Naughty Dragon” e “Midnight Hour”, com uma ótima performance de todo o conjunto. A introdução de bateria em “It’s A Lie” é empolgante, assim como a sabbathica “The Meaning Of Evil”, a mais pesada do álbum.

RONDINELLI - Our Cross - Our Sins
(2002 / 2005 – Distribuído por Big Rock Music)

1. Naughty Dragon
2. Dawn
3. It’s A Lie
4. The Meaning Of Evil
5. Midnight Hour
6. Find The One
7. Bulls Eye
8. Time
9. Our Cross - Our Sins

Mais uma obra-prima.

Baixem

http://www.badongo.com/file/11200775

THE CULT






" No fim dos anos 70, um jovem chamado Ian Astbury decidiu montar uma banda. Este era o começo do Southern Death Cult, um grupo punk, mas que não combinava totalmente com o estilo, uma vez que Astbury era muito influenciado pela música e o visual dos anos 60. Somente após a entrada do guitarrista Billy Duffy, a banda passa a se chamar The Cult. Completaram a formação o baixista Jamie Stewart e o baterista Nigel Preston [...]"( http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/az/artista.asp?artistaID=Cult%2C+The)

Na minha opinião Ian ainda continua cantando muito. Com sua voz marcante o líder do THE CULT continua mandando bem, apesar de nós últimos anos a banda ter mudado de estilo.
Para os amantes de um som bem trabalhado, baixem esse disco.

http://www.zshare.net/download/1756356048c7496c/

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

BLUES DELUXE



Pra quem gosta de um som de primeiríssima qualidade o Blues Deluxe é uma excelente pedida.
Formada por Luciano Rially ( V) ; Waldir Guimarães ( Bat ); Ricardo Infante ( Bai ) e Haroldo Fonseca ( G ), a banda carioca vem com um som cadenciado e de extremo profissionalismo por parte de seus integrante.
Com arranjos de Blues/Rock , pode-se dizer qie é um disco indispensável em qualquer arquivo musical.
Eu ouvi o cd na casa de um grande brother ( Marcão Dragão ) e fiquei estasiado com som da moçada. O disco todo é excelente, porém tipo o chapéu pra duas músicas: 'Living a Dream Of Love (faixa 2) e claro, Just Funny (faixa 3)
http://www.badongo.com/file/11005721

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Jennifer Magnética


Formada pelos remanescentes da extinta banda Tomada Acústica, esse Power Trio sul matogrossense ( Jean Stringheta - guitarra e voz; Rodrigo Faleiros - baixo e voz e Diogo Zarate - bateria ) veio pra acrescentar no cenário do rock´n roll com a banda JENNIFER MAGNÉTICA com um som arrojado e influências musicais diversas "evitando limitar a criação em um determinado gênero ou estilo".
Pode-se notar que os caras gostam muito de Los Hermanos . No mais, só ouvindo o CD intitulado " PLACENTA " para entender o que digo.
Para saber mais sobre a banda acessem o site: www.jennifermagnetica.com.br


Baixem essa novidade:http://www.zshare.net/download/17586779f9dd1fb4/

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Grobschinnit


O álbum narra a história de Ernie, um garoto que viaja num avião de papel, rumo a uma terra imaginária chamada Rockpommel`s Land . É um álbum fantástico com arranjos belíssimos; um progressivo de primeira linha. Indispensável !!!!

Lupo: Guitarras
Eroc: Bateria
Stefan Danielak: Guitarras e Vocais
Mist: Teclados
Papo: Baixo

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Robert Johnson - Blues e histórias misteriosas


A vida de um dos maiores músicos do blues americano é marcada por eventos sinistros, datas e informações desconexas e muito misticísmo.

Robert Leroy Johnson nasceu de uma família de lavradores em Hazlehurst, no Mississipi. A região é marcada pelos intensos conflitos raciais e berço do blues norte-americano. Até mesmo a data de seu nascimento é imprecisa, sendo que o ano mais aceito (1911) está provavelmente errado. Alguns documentos escolares e certidões sugerem datas entre 1909 e 1912, mas nenhum deles cita o ano de 1911.

Trabalhou no campo até os 16 anos, quando resolveu largar sua pacata vida de lavrador para tocar gaita e violão. Desde então não parou de viajar, tocando em todos os lugares em que pudesse, principalmente na rua. Com vinte anos, Johnson descobriu como fazer sua guitarra chorar usando o gargalo de uma garrafa quebrada, deslizando-a pelas cordas.

Sua carreira profissional durou apenas dois anos (1936 a 1938) apenas tocando em prostíbulos e bares de baixa popularidade. Gravou apenas 29 músicas e não conseguiu nenhum reconhecimento comercial em vida. Porém, ganhou de seus companheiros músicos o título de "The King of the Delta Blues Singers". Johnson é uma figura importantíssima para o blues pela padronização do formato de 12 compassos. Suas músicas foram regravadas por diversos artistas como Red Hot Chilly Peppers, Eric Clapton e muitos outros, além de influenciar grandes nomes do blues, como Muddy Waters e Elmore James. Mas as histórias ligadas a Robert Johnson são tão misteriosas e surpreendentes quanto sua influência nos músicos atuais.


A encruzilhada (The Crossroads)

Uma das grandes lendas conta que Johnson teria vendido a alma ao demônio para obter o seu talento e a sua habilidade com o violão. Acredita-se que ele ficou a espera na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em uma noite de lua nova com seu violão na mão. A meia-noite, o diabo em forma de um homem apareceu para afinar seu instrumento. A partir daí, todos que ouvem suas músicas são encantados por ela. No supersticioso sul dos Estados Unidos do início do século, eram comuns os mitos demoníacos, e o tema fazia parte da tradição do blues. Suas músicas como "Me and the Devil Blues", "Hellhound on my Trail" e "Crossroad Blues" aumentaram as crenças na história, pois essas músicas tinham alguma alusão ao diabo. Esta história foi difundida principalmente por Son House, um influente cantor e guitarrista de Blues Norte-americano.

A hipótese mais provável é que a lenda do pacto com o diabo tenha surgido por inveja, pois Johnson era um excelente tocador de violão.

O filme "A Encruzilhada" (Crossroads, EUA, 1986), com Ralph Machio e Steve Vai é uma clara alusão a história de Robert Johnson, especialmente sobre seu encontro com o diabo para se tornar um grande músico.


Tocando de costas para o público

As atitudes de Robert Johnson ajudavam a espalhar sua fama de sinistro e adorador de forças ocultas. Uma delas era o seu hábito de tocar de costas para o público durante seus shows. As pessoas então diziam que ele fazia isto para esconder o olhar do diabo que surgia para auxiliá-lo. Na verdade, a versão mais coerente supõe que ele tocava de costas para esconder os acordes que ele inventava sozinho e não queria que algum músico que estivesse na platéia o copiasse.


A morte

A data de seu óbito também é imprecisa. Supõe-se que seja no dia 16 de agosto de 1938. Existem diversas lendas sobre sua morte. Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo marido ciumento de uma de suas amantes. Ele veio a morrer três dias depois depois de envenenado, sofrendo terríveis dores no estômago durante todo esse tempo. Essa seria a razão de, antes de morrer, Johnson ter sido encontrado andando de quatro e uivando como um cachorro no corredor do quarto do hotel que ele estava. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.

Robert Johnson morreu aos 27 anos, deixando suas influências para o blues e para o rock de hoje em dia. Dentre seus grandes fãs, estão Keith Richards e Eric Clapton. Todas as histórias contadas sobre a vida desse grande músico são imprecisas, mas sua enorme colaboração para a música é certa.

Por Reinaldo Ferraz

Obs: retirado do site:www.apocalipse2000.com.br