quarta-feira, 3 de setembro de 2008

RUSH





Publicado no www.whiplash.net - o mais completo site de rock e metal

A banda canadense Rush teve sua primeira formação em 1969. Em seus mais de 25 anos de história produziu não apenas álbuns de hard-rock, mas verdadeiras obras primas de lirismo e musica, que chegaram a fazer com que a banda fosse caracterizada por muitos como rock progressivo.

A primeira formação da banda contava com o baixista e vocalista Geddy Lee (Gary Lee Weinrib), o guitarrista Alex Lifeson (Alex Zivojinovich) e o baterista John Rutsey, companheiros de escola. Esta formação tocava covers de bandas de hard rock como Led Zeppelin e Cream no circuito de clubes de Toronto. O nome Rush foi sugerido pelo irmão do baterista John Rutsey.

Em 1974, não tendo conseguido apoio de gravadoras, lançaram de forma independente seu primeiro disco, auto-intitulado. Apesar da excelente qualidade do disco não se tratava ainda do tipo de música elaborada que iria projetar a banda. "Rush" é um excelente álbum de hard rock, com bons instrumentistas e bastante energia e trata-se também do álbum mais expontâneo e mais simples da banda, o que o torna o preferido de alguns fãs. Logo após a gravação deste primeiro álbum o baterista John Rutsey abandonou a banda (devido a diferenças musicais e possíveis problemas de saúde), sendo substituído pelo lendário Neil Peart (considerado até hoje um dos melhores, senão o melhor, baterista de rock do mundo). Mais do que um baterista haviam conseguido um excelente letrista cujos trabalhos casavam perfeitamente com as composições de Geddy Lee e Alex Lifesson. Desde então a formação da banda não mudou.

A repercussão do primeiro álbum independente nas rádios americanas chamou a atenção da gravadora mercury. Seguiu-se o relançamento do primeiro álbum e turnês por toda a America como banda de abertura para o Kiss e o Uriah Heep. No segundo álbum, "Fly By Night" (1975), já contanto com Neil Peart, a banda finalmente começou a definir o estilo que a acompanharia, afastando-se do hard-rock-blues zepelliniano e passando a fletar com o progressivo em arranjos e principalmente letras mais complexas. A banda chegaria ainda mais próxima do progressivo a partir do terceiro álbum, "Caress of Steel" (1975), conceitual.

O sucesso comercial só viria realmente em 1976 com a gravação de "2112" (também conceitual) que tornou a banda mundialmente conhecida. "2112" mostra ainda um grande salto da banda no quesito letras, com o conceito mais bem explorado até então (abordando o domínio do sistema sobre uma pessoa). No mesmo ano saiu o seu primeiro registro ao vivo, "All The World is a Stage".

A "Farewell to Kings" (1977) refletiu uma mudança semelhante de maturidade na parte musical da banda. Curiosamente um dos temas abordados, "Cygnus X-1", seria citado posteriormente em vários outros álbuns, principalmente em "Hemispheres" de 1978 (considerado por muitos seu melhor trabalho e seu último grande trabalho conceitual).

A partir de então a banda estranhamente mudou seu som, se aproximando do que agradava às rádios, diminuindo o tamanho das músicas e evitando as suítes intermináveis. Conquistam obviamente um público muito maior às custas do desgosto de boa parte dos fãs antigos. O álbum "Permanent Waves" (1980) traz seu primeiro grande hit, "Spirit of Radio". "Moving Pictures" (1981) vem confirmar esta fase com a música "Tom Sawyer" (a mais conhecida do grupo no Brasil, adotada como tema do seriado "Profissão Perigo"). Apesar da maior acessibilidade do som da banda, a sua qualidade continuava indiscutível. Esta fase de ótima aceitação da banda por parte do grande público foi fechada com mais um excelente registro ao vivo, "Exit Stage Left".

Os próximos álbuns, "Signals" (1982) e "Grace Under Pressure" (1983) trazem uma tentativa da banda de modernizar seu som, incluindo sintetizadores nos arranjos (deixando um pouco de lado as guitarras) e abordando temas futuristas. "Power Windows" (1985) e "Hold Your Fire" (1987) mantém este caminho. Em 1988 foi lançado o álbum ao vivo "Show Of Hands".

Nos álbuns a seguir a banda tentou resgatar um pouco de sua sonoridade antiga, optando por reduzir o uso de equipamentos eletrônicos. A tentativa de simplificar o som resultou em uma produção aparentemente ruim e os álbuns "Presto" (1990), "Roll The Bones" (1991) e "Counterparts" (1993) não tiveram uma recepção calorosa por parte dos fãs antigos.

Em 1996 o Rush lançou o álbum "Test For Echo", bastante aplaudido pela crítica e público. No ano de 1997 foram lançadas ainda duas coletâneas que trazem o melhor da carreira do Rush: "Retrospective I" com clássicos entre 1974 a 1980 e "Retrospective II" que aborda sucessos de 1981 a 1987. "Different Stages Live" foi o novo álbum ao vivo lançado pela banda, desta vez triplo. Destaque para a produção impecável juntamente com a perfeição mais do que comprovada dos seus integrantes.

Entre 1997 e 1998, acontecem duas tragédias. A mulher e a filha de Neil Peart falecem, respectivamente de câncer e em um acidente automobilístico. A tragédia e depressão profunda que vitimaram o baterista foram motivos mais do que suficientes para manter a banda parada durante um longo período. Neste meio tempo o baixista e vocalista Geddy Lee lançou um disco solo, chamado "My Favorite Headache".

Para sorte dos fãs, em 2000 o Rush decidiu voltar às atividades. Em 2002, quase seis anos depois de lançar seu último álbum de estúdio, o trio canadense volta à cena com “Vapor Trails”, cuja ótima produção ficou a cargo dos próprios integrantes da banda – assessorados pelo engenheiro de som Paul Northfield. São treze canções que mostram o Rush do novo milênio, revigorado e repleto de entusiasmo, deixando de lado sua veia mais progressiva para apostar no peso do power-trio. Nada de sintetizadores ou teclados, apenas guitarra, baixo e bateria em sua forma mais pura.

Em 2002, depois de mais de três décadas de banda, o Brasil teve finalmente a oportunidade de vê-los ao vivo. O Rush se apresentou em novembro nas cidades de Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. O último show da turnê, realizado em 23 de novembro de 2003 no Maracanã, foi gravado e lançado 11 meses depois como um CD triplo e um DVD duplo, ambos com nome "Rush In Rio".

Em julho de 2003, foi organizado um mega show dos Rolling Stones em Toronto, para arrecadar fundos para as vítimas da Pneumonia Asiática (SARS), e o Rush se apresentou por 35 minutos, tocando alguns de seus sucessos para as mais de 500 mil pessoas presentes ao evento.

Agradecimentos: Marcio Vasques

Signals é uma obra prima . Um disco no estilo progressivo. Sensacional !!!

http://www.badongo.com/file/11184994

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

MOXY



Originária do Canadá ( Toronto ) foi formada em 1974.
Com um hard rock de primeira, surgiu para alavancar o cenário musical canadense.
Ouvi essa banda na casa de um amigo e, a primeira impressão que tive foi a de estar ouvindo o primeiro disco do RUSH ( minha banda favorita ).
Não vou ficar aqui escrevendo, escrevendo,escrevendo. Apenas baixem e ouçam o primeiro álbum dos caras!
Taí uma banda que merece todo o meu respeito e admiração.
Saúde, Força e União a todos.


  1. Fantasy - 5:40 (Earl Johnson) (Solo by Bolin)
  2. Sail On Sail Away - 4:52 (Earl Johnson) (Solo by Johnson)
  3. Can't You See I'm a Star - 3:36 (Earl Johnson) (Solo by Johnson)
  4. Moon Rider (Moonrider) - 4:25 (Earl Johnson, Buzz Shearman) (Solo by Bolin)
  5. Time to Move On - 4:09 (Earl Johnson, Buzz Shearman) (Solo by Bolin)
  6. Still I Wonder - 4:16 (Earl Johnson) (Solo by Bolin)
  7. Train - 4:37 (Earl Johnson, Robert Bonnell) (Solo by Bolin and Johnson)
  8. Out of the Darkness - 4:57 (Earl Johnson, Buzz Shearman) (Solo by Bolin)
http://www.zshare.net/download/1785637861f606b5/

terça-feira, 26 de agosto de 2008

CASA DAS MÁQUINAS


Importante banda dos anos 70 formada originalmente por alguns ex-integrantes das bandas The Clevers e Os Incríveis (rock 'n' roll, ambas). O Casa das Máquinas lançou um total de três LPs, todos pela Som Livre, sendo que apenas o segundo (formação citada) é progressivo (um dos melhores LPs nacionais do gênero). Os outros oscilam entre o hard ("Casa das Máquinas") e o rock 'n' roll ("Casa de Rock"). Músicos da ùltima formação: Luiz Franco Thomaz (Netinho) - bateria e percussão; João Alberto – baixo; Simbas – vocal; Mário Franco Thomaz - bateria e vocal; Carlos Roberto Piazzoli (Piska) - guitarra, órgão, baixo e violão. ( Texto:www.pholhas.com.br )


Pérolas
01 - Casa De Rock
02 - Stress
03 - Vou Morar No Ar
04 - Lar De Maravilhas
05 - Certo Sim, Seu Errado
06 - Dr. Medo
07 - Liberdade Espacial
08 - Pra Cabeça0
9 - Cilindro Cônico
10 - Eu Queria Ser
11 - Vale Verde
12 - Mania De Ser
13 - Raios De Lua
14 - Epidemia De Rock
15 - Londres
16 - Lei Do Sonho De Um Vagabundo

Outra banda que, só ouvindo, pra crer!!!!!!!!!! Excelente !!!!

http://www.zshare.net/download/1769145702c6041b/

BACAMARTE



"O Bacamarte foi uma banda de rock progressivo brasileira formada em 1974. A banda é conhecida por ter lançado a carreira solo de Jane Duboc. Seu álbum Depois do Fim é considerado como um dos melhores do rock progressivo. O site progarchives lista o álbum “Depois do Fim” do Bacamarte como um dos melhores álbuns do género juntamente com as mais expressivas criações das principais bandas do gênero, como Pink Floyd, Jethro Tull, Yes, Genesis.

A banda foi formada por colegas de colégio, tendo sido idealizada pelo multi-instrumentista Mario Neto, a banda sofreu várias mudanças na formação. Apresentaram-se no programa Rock Concert, da TV Globo. Gravaram um fita demo, que não conseguiu aprovação das gravadoras. Em 1982 o grupo conseguiu destaque, com o surgimento da rádio Fluminense FM e sua política de divulgar bandas novas, lançando no ano seguinte o álbum Depois do Fim, que é considerado um dos melhores álbuns do rock progressivo brasileiro. O sucesso, que tornou o grupo consagrado na Europa e Japão, não impediu o fim da banda em 1984. Na década de 1990 o guitarrista Mário Neto lançou o álbum As Sete Cidades com o codinome Bacamarte."(Texto:www.lastfm.com.br)

O Bacamarte era formado por:
Jane Duboc - vocal
Mario Neto - violão e guitarra
Delto Simas - baixo
Marco Verissimo - bateria
Mr. Paul - percussão
Marcus Moura - flauta, acordeão
Sergio Villarim - teclado

Discografia:
1983 - Depois do Fim

Sem sombras de dúvida uma raridade !!!!

http://www.badongo.com/file/11064467


domingo, 24 de agosto de 2008

RONDINELLI




Our Cross, Our Sins - Rondinelli


Publicado no www.whiplash.net - o mais completo site de rock e metal

Os apreciadores de rock pesado dos anos 70 e 80 devem lembrar-se de Bobby Rondinelli, excelente baterista que passou por bandas importantíssimas como Black Sabbath, Rainbow, Doro, entre várias outras. Em “Our Cross – Our Sins”, Bobby se junta com seu irmão e guitarrista Teddy Rondinelli, com o baixista Neil Murray (Black Sabbath, Whitesnake, Gary Moore) e o vocalista Tony Martin (Black Sabbath) e desta reunião de dinossauros resultou um registro bem interessante, lançado originalmente em 2002 e chegando somente agora ao mercado brasileiro.

E parece que a família Rondinelli vive realmente da música, pois este disco traz ainda participações da irmã Dorothy e do pai Robert Rondinelli, ambos nos teclados, sendo ainda que o paizão aí dá uma força na composição de duas canções. A sonoridade é obviamente bastante calcada no rock´n´roll pesado e clássico com ligeiros flertes de blues, pois a formação que toca neste projeto é toda desta geração.

O álbum contém realmente bons momentos em suas canções simples e muito bem desenvolvidas. Teddy tem realmente intimidade com seu instrumento, nos fornecendo bons riffs e solos de guitarras, e o trabalho de bateria só poderia ser de primeira linha. Tony Martin não tem jeito, ainda continua querendo soar como Dio e, apesar de suas limitações neste aspecto, também tem um bom desempenho. Já Neil Murray se encaixa totalmente na velha frase: “a experiência vem com a idade”. O que essa fera está tocando é brincadeira!

Pois bem, até aqui o leitor deve estar pensando “Pô, este disco deve estar ótimo!”... Bom, nem tudo são maravilhas, infelizmente. As composições são realmente muito boas, mas há um pequeno problema. Algo deve ter acontecido no estúdio, não é possível. A mixagem ficou um pouco desequilibrada, pois a caixa da bateria soa relativamente mais alta do que os outros instrumentos. A guitarra-base está baixa, abafada mesmo. E alguns vocais de fundo ficaram literalmente lá no... fundo.

E é realmente uma pena, pois isso prejudica um pouco o que poderia ser uma ótima audição. Mas ainda assim destaca-se “Naughty Dragon” e “Midnight Hour”, com uma ótima performance de todo o conjunto. A introdução de bateria em “It’s A Lie” é empolgante, assim como a sabbathica “The Meaning Of Evil”, a mais pesada do álbum.

RONDINELLI - Our Cross - Our Sins
(2002 / 2005 – Distribuído por Big Rock Music)

1. Naughty Dragon
2. Dawn
3. It’s A Lie
4. The Meaning Of Evil
5. Midnight Hour
6. Find The One
7. Bulls Eye
8. Time
9. Our Cross - Our Sins

Mais uma obra-prima.

Baixem

http://www.badongo.com/file/11200775

THE CULT






" No fim dos anos 70, um jovem chamado Ian Astbury decidiu montar uma banda. Este era o começo do Southern Death Cult, um grupo punk, mas que não combinava totalmente com o estilo, uma vez que Astbury era muito influenciado pela música e o visual dos anos 60. Somente após a entrada do guitarrista Billy Duffy, a banda passa a se chamar The Cult. Completaram a formação o baixista Jamie Stewart e o baterista Nigel Preston [...]"( http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/az/artista.asp?artistaID=Cult%2C+The)

Na minha opinião Ian ainda continua cantando muito. Com sua voz marcante o líder do THE CULT continua mandando bem, apesar de nós últimos anos a banda ter mudado de estilo.
Para os amantes de um som bem trabalhado, baixem esse disco.

http://www.zshare.net/download/1756356048c7496c/

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

BLUES DELUXE



Pra quem gosta de um som de primeiríssima qualidade o Blues Deluxe é uma excelente pedida.
Formada por Luciano Rially ( V) ; Waldir Guimarães ( Bat ); Ricardo Infante ( Bai ) e Haroldo Fonseca ( G ), a banda carioca vem com um som cadenciado e de extremo profissionalismo por parte de seus integrante.
Com arranjos de Blues/Rock , pode-se dizer qie é um disco indispensável em qualquer arquivo musical.
Eu ouvi o cd na casa de um grande brother ( Marcão Dragão ) e fiquei estasiado com som da moçada. O disco todo é excelente, porém tipo o chapéu pra duas músicas: 'Living a Dream Of Love (faixa 2) e claro, Just Funny (faixa 3)
http://www.badongo.com/file/11005721