domingo, 26 de abril de 2009

Kiss - Kiss ( 1974 )


Kiss é o álbum de estreia da banda de hard rock, Kiss. Lançado em 1974, não agradou muito o público. Alguns meses depois, o Kiss voltou aos estúdios para gravar mais uma faixa para o álbum, "Kissin' Time". Algumas músicas do álbum foram compostas quando Paul Stanley e Gene Simmons ainda estava na antiga banda, Wicked Lester. Foi a partir desse álbum que o Kiss assinou contrato por mais 4 álbuns, com a Casablanca Records. O álbum ganhou certificado de disco de ouro em 8 de junho de 1977. O álbum contém vários hits do Kiss muitos tocados até hoje nos shows.

A capa do álbum foi inspirada na capa do álbum With the Beatles dos Beatles. Na Foto três dos quatro integrantes aplicaram sua propria maquiagem menos Peter Criss um profissional aplicou sua maquiagem, mas a maquiagem ficou muito diferente da que Peter usava, então ele voltou com a antiga maquiagem.

Kiss is the self-titled debut album from the American hard rock band Kiss. When it was released, on February 18, 1974, Kiss had been a band for little more than one year. Much of the material on the album was written by Gene Simmons and/or Paul Stanley, as members of their pre-Kiss band, Wicked Lester. Simmons estimated that the entire process of recording and mixing took three weeks, while co-producer Richie Wise claimed it took just thirteen days.

The album's cover showed the group positioned against a black background in a pose visually reminiscent of The Beatles' With the Beatles album (Criss stated that this was the visual effect the band was looking for). Three of the four band members applied their own makeup for the album cover photo, as they usually did; but Peter Criss's makeup was applied by a professional, whose work came out looking quite a bit different from the look Criss had established, and to which he would return immediately afterward.

Baixem esse discaço !!!!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Grobschnitt - Rockpommel's Land


O mais germânico grupo de Rock Progressivo Tradicional, o Grobschnitt foi também um dos mais inovadores e duradouros de seu país. Surgido em 1970, lançou em 1972 o antológico "Grobschnitt", uma admirável síntese de Progressivo Sinfônico com Hard Rock e experimentalismo, incluindo passagens Jazzisticas, de Blues e de música Folk, tudo isso acompanhado pelos mais variados ritmos percussivos

Grobschnitt was a German rock band which existed between 1970 and 1989[1]. Their style evolved as time progressed, beginning with psychedelic rock in the early 1970s before transitioning into symphonic progressive rock, NDW and finally pop rock in the mid-1980s. Grobschnitt, unlike other bands, utilized humor in their music in the form of unexpected noises and silly lyrics and concepts. As was common with many German bands of the time, Grobschnitt sang in English until the early 1980s, despite touring exclusively in Germany. The band accrued a loyal fan base through its live performances which included pyrotechnicscomedic sketches. Highlight performances include Solar Music, an extended mostly-instrumental piece which lasted up to an hour. Grobschnitt were also known for their stamina on stage, frequently performing shows in excess of two hours. and German

Baixem essa pérola !!!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Jethro Tull



Jethro Tull é uma banda de rock progressivo formada em Blackpool entre 1967-1968. Sua música é marcada pelo estilo vocal cheio de maneirismos e o trabalho único na flauta de seu líder Ian Anderson, além de uma complexa e pouco usual construção musical. Seu estilo incorpora elementos de música clássica e celta, assim como do rock alternativo e do art rock. Entretanto, é difícil especificar quais artistas tiveram influência direta ou foram influenciados pelo Jethro Tull. Mais do que qualquer outra banda, sua música permanece à parte do restante do rock.

Jethro Tull are a progressive British rock group formed in 1967. Their music is characterised by the songs, vocals and flute work of Ian Anderson, who has led the band since its founding, and guitarist Martin Barre, who has been with the band since 1969. Initially playing blues rock with an experimental flavour, they incorporated elements of classical, folk and 'ethnic' musics, jazz and art rock into their music. The band have sold more than 60 million albums worldwide.

domingo, 19 de abril de 2009

Big Allanbick - Blues Special Reserve


Grupo de blues (Ricardo Werther, voz; Alan Ghreen, piano e órgão; Big Gilson, guitarra; Ugo Perrotta, baixo; e Beto Werther, bateria) formado em 1992 no Rio de Janeiro, começou se apresentando em bares e casas noturnas e lançou em 1993 o primeiro CD, "Blues Special Reserve", com tiragem limitada. O segundo, "Black Coffee", de 1994, lançou a banda em outra escala. O Big Allanbik se apresentou em festivais e blues e excursionou pelos Estados Unidos em 1996, tocando em lugares consagrados como o Blue Note, em Nova York e Chicago.
Discaço !!! Ideal para se ouvir tomando um birinite !

The Big Allanbik blues band appeared in 1992 in Rio de Janeiro and was already releasing its first CD, Blues Special Reserve in the next year. The second one, Black Coffee (1994), was launched during the Nescafé and Blues Festival (São Paulo), where Robert Cray, Lonnie Brooks, Otis Clay, Ronnie Earl, Robben Ford, and Eric Burdon also played. Two years later the band went to the U.S., playing at the Blue Note (New York, NY) and at the Tobacco Road (Miami, FL). In Chicago they played with Duke Robillard at Buddy Guy's Legends and with Lonnie Brooks at the Chicago Blue Note. Their third album, Batuque y Blues (1998), produced by Bob Stander, mixed a Brazilian percussion to classic rock and blues. In the same year, the band performed at the Metropolitan hall in Rio four times, on the same night that Steve Winwood and B.B. King played. In São Paulo they had gigs in the Palace and other major nightclubs. At the Parque do Ibirapuera they did a show on the same day that Johnny Rivers played for over 70,000 people.

Eloy - Silent Cries And Mighty Echoes


Eloy é uma banda alemã de rock progressivo, fundada no final dos anos 60 pelo guitarrista Frank Bornemann, cujos estilos musicais incluem rock sinfônico e space rock, este último principalmente presente nos álbuns mais recentes. O nome da banda foi inspirado em Eloi, uma raça do futuro na novela A Máquina do Tempo, de H.G. Wells. Apesar da nacionalidade, a banda não é considerada participante do movimento Krautrock, devido ao seu som parecer mais com bandas britânicas de rock progressivo, como Yes e Pink Floyd.
No início, a banda tocava hard rock, inspirada por temas políticos, mas logo passou para um som mais progressivo, com elementos de space. Baseado principalmente nos solos de guitarra de Bornemann, o som da banda também inclui o vasto uso de sintetizadores e coros.
Com o álbum Silent Cries and Mighty Echoes, lançado em 1979, o Eloy alcança o auge do sucesso; Um álbum virtuoso e bastante progressivo.
Na época a formação da banda contava com Frank Bornemann na guitarra e vocal, Klaus Peter Matziol no baixo, Detlev Schmidtchen no teclado e Jürgen Rosenthal na bateria, que também escrevia as letras das canções.
Download Now !!!!!!!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Symphony X - The Divine Wings Of Tragedy

  1. "Of Sins and Shadows" – 4:58
  2. "Sea of Lies" – 4:18
  3. "Out of the Ashes" – 3:39
  4. "The Accolade" – 9:51
  5. "Pharaoh" – 5:30
  6. "The Eyes of Medusa" – 5:27
  7. "The Witching Hour" – 4:15
  8. "The Divine Wings of Tragedy" – 20:41
    • I. At the Four Corners of the Earth
    • II. In the Room of Thrones
    • III. A Gathering of Angels
    • IV. The Wrath Divine
    • V. The Prophet's Cry
    • VI. Bringer of the Apocalypse
      • A. Eve of Sacrifice
      • B. Armies in the Sky
      • C. Dies Irae
    • VII. Paradise Regained
  9. "Candlelight Fantasia" – 6:45
Symphony X é uma banda americana de metal progressivo formada em Nova Jérsei em 1994 pelo guitarrista Michael Romeo. Seus álbuns The Divine Wings of Tragedy (1997) e V: The New Mythology Suite (2000) ganharam considerada atenção da comunidade do metal progressivo.
Em abril de 1994 no estado estadunidense de Nova Jérsei o guitarrista Michael Romeo, aproveitando o sucesso de seu demo solo The Dark Chapter resolveu montar uma banda. O primeiro membro a integrar-se foi o baixista Thomas Miller, com quem Michael já havia trabalhado muito nos últimos dez anos. A dupla então chamou para o conjunto o baterista Jason Rullo, o vocalista Rod Tyler e o tecladista Michael Pinella.
No final de 1996 a banda grava seu terceiro álbum ( The Divine Wings Of Tragedy ) que é considerado até hoje, por grande parte dos fãs, em especial os da França, Alemanha e Itália, como o melhor da carreira da banda.
The Divine Wings of Tragedy foi lançado em 1997 , sendo o segundo trabalho do então vocalista Russell Allen com a banda e foi muito bem recebido pelos fãs, chegando a vender mais de 100 mil cópias apenas no Japão. Músicas como "Accolade", "Of Sins and Shadows" e "Sea of Lies" se tornaram hinos para a maioria dos fãs da banda, além da faixa título, com mais de 20 minutos de extensão.
Aos fãs do Progressivo uma mensagem: BAIXEM LOGO !!!!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Heaven & Hell - The Devil You Know



Traduzido por Mateus Tozz

Traduzido de Metal Hammer

"Uma resenha faixa-a-faixa do "The Devil You Know", o primeiro álbum do HEAVEN & HELL - a banda que conta com os membros do Black Sabbath Tony Iommi (guitarra), Ronnie James Dio (vocal), Geezer Butler (baixo) e Vinny Appice (bateria) foi publicada na Metalhammer.co.uk:

“Atom And Evil”
Lento e arrastado como Sabbath em seu melhor. A voz de Dio é lenta e majestosa, e ele tem espaço de sobra para acelerar como tipicamente fazia em sua era no Black Sabbath. Lembra ligeiramente 'Electric Funeral', mas como se fosse tocada pelo The Sword. O meio tem um maravilhoso riff abafado que faz dela uma poderosa abertura.

“Fear”
Depois da abertura lenta, "Fear" detona com um grande riff, ainda lento, porém mais assombroso. Dio soa simplesmente demoníaco e explosivo como sempre foi, o refrão pode não ter a melodia mais cativante, mas a guitarra afiada garante uma boa audição. As letras não são super fáceis de seguir, mas a idéia satânica/oculta combina com o tempo assustador e misterioso. A velocidade também permite a Iommi fazer solos tanto lentos quanto virtuosos.

“Bible Black”
Essa começa com um agradável violão e uma guitarra. A voz de Dio entra cheia de ternura. Ai vem o riff... quando tocamos isso no escritório todo mundo falou 'Caramba!' Simplesmente um chuta-portas monstro pra bater a cabeça, e o refrão mostra Dio tomar vôo e deixar a agressão fluir. E quanto ao solo, Iommi está debulhando como um maníaco - este é sem dúvida o guitarrista do Sabbath fazendo o que sabe. Ele está tocando como um homem possuído. O que parece apropriado.

“Double The Pain”
DTP começa com um estranho riff de baixo com phaser, antes de cair numa outra música 'doom', porém mais mid-tempo. É óbvio que com a ciência moderna e técnicas de gravação Iommi tranformou o som da sua guitarra numa parede densa. O título é repetido num pequeno refrão no final de cada verso - mais parecida com a carreira solo de Dio. Você pode ouvir algo acústico na gravação também. E de novo o solo é maravilhoso.

“Rock And Roll Angel”
Apesar de "downtempo", essa música tem uma musicalidade otimista e os vocais largam a agressão das suas predecessoras. E de fato o riff é mais genérico, e o refrão se gaba de um ar quase sexy.

“The Turn Of The Screw”
Esta é conduzida por um riff arrastado que fará você pensar que está ouvindo o Candlemass, mesmo sendo um pouco mais "uptempo" do que boa parte do resto do álbum. O refrão é um excelente anti-clímax forçado. Tem algumas ótimas linhas de guitarra no meio e o solo geme por si só.

“Eating The Cannibals”
Ah, aqui está o andamento. O riff pode não ser espetacular mas tem um andamento bem rock e sólido, um bem-vindo descanso do doom - contagioso e glorioso como deve ser. A agressividade continua aqui e com um par de solos entre os versos, o ritmo é mantido, enquanto o Sr. Dio emana agressividade demoníaca. E o solo principal de novo é arrasador.

“Follow The Tears”
Órgão de igreja e um silêncio distorcido. Isso cresce e surge um ataque de cordas. Aí a música cai em um doom com uma ótima linha vocal de RJD. Isto é realmente Heaven & Hell (Black Sabbath com Dio). Soa como um álbum que eles QUERIAM fazer, não como outras tantas bandas consagradas cujos novos álbuns soam como versões pioradas de glórias passadas. E lá vai de novo outro solo perverso, cheio de personalidade.

“Neverwhere”
Essa é uma das mais curtas do álbum, com 4:33 (a maior tem aproximadamente 7 minutos), sem dúvida por ser uma das mais rápidas. Não é uma música ruim, mas não tem o pessimismo glorificado e a testosterona do resto do álbum.

“Breaking Into Heaven”
O fim do álbum é bem parecido com o começo. Um riff arrastado e lento sustentado por sinos e baterias mínimas. Com 7 minutos a banda leva a faixa para as profundezas e, no refrão, direto para as nuvens. E como se dissesse "não foda comigo" mais uma vez, Tony Iommi detona tudo com um lindo solo suave. Um verdadeiro final épico repleto de sintetizadores tipo "Seventh Son Of A Seventh Son" que adicionam dinamismo e corpo para essa que já é uma grande música.

Uma verdadeira façanha para a banda que inventou o gênero há aproximadamente 40 anos atrás, que retorna e entrega aquilo que será com certeza um dos lançamentos mais pesados do ano." (www.whiplash.net )

Esse disco "tá" muito bom !!!!!